T2 Trainspotting - Crítica
T2 Trainspotting
Gênero: Drama, Comedia
Estreia: 23 de Março de 2017
Duração: 118 minutos
Pais: Reino Unido
Trainspotting 2 vem resgatando a nostalgia do seu primeiro filme com muito estilo e humor, mas sem a carga dramática do seu antecessor.
Passados 20 anos, Renton (Ewan McGregor) retorna a sua cidade natal, se dizendo um homem bem sucedido com família e livre das drogas, por fim ele vai atras de seus antigos amigos ao qual ele os haviam roubado. Naturalmente Sick Boy (Jonny Lee Miller) e Spud (Ewen Bremner) continuavam na mesma situação miserável de anos atras, com negócios fracassados e usando drogas pesadas, porém a coisa começa a esquentar quando Renton confessa que sua situação não é tão boa como todos pensam e tenta abrir um novo negócio com Sick Boy. Faltando apenas Begbie (Robert Carlyle), que acaba escapando da prisão e tenta voltar aos velhos hábitos com seu temperamento destrutivo.
Nesse novo filme que poderia muito bem manchar o nome de seu antecessor, vemos uma sequencia quase melhor que o primeiro, os antigos personagens carregam as mesmas características de anos atras, carismáticos, violentos e sádicos. Que quando juntos, sempre acontece uma ótima cena de briga (causada pelo ressentimento de coisas passadas) mas nunca de forma dramática e sim cômica, e nisso T2 acaba sendo bem leve pois não temos nenhuma cena de impacto ou morte de algum personagem (como a cena do bebe). Danny Boyle se preocupou em dar talvez um ponto final naquela historia, acertar contas -talvez- com os demônios passados. Não ter novos aprendizados ou até mesmo novos traumas, o filme em um todo acaba se saindo como uma conclusão e uma válvula de escape para talvez reaver antigas amizades e uma tentativa de redenção.
O elenco é o mesmo, com uma adição ou outra, porém o principal aqui é o quarteto. Cada protagonista com seu momento, mostrando seus demônios pessoais. Sick Boy com o bebê, Begbie e sua impotência sexual (o que acaba ocasionando uma ótima cena), Spud que ainda continua viciado e Renton que nos da o melhor monólogo do filme que é de arrasar...
Temos um filme totalmente estilizado, com um ótimo repertorio musical que acaba deixando a experiencia dinâmica e não cansativa. A edição homenageia o primeiro filme (talvez uma forma de fazer o telespectador lembrar de alguns acontecimentos do primeiro longa) traz um gostoso sentimento de nostalgia e engraçado, com um final totalmente fã service.
Nota: 5 Casulos
Critica: Vinicius Almeida
Gênero: Drama, Comedia
Estreia: 23 de Março de 2017
Duração: 118 minutos
Pais: Reino Unido
Trainspotting 2 vem resgatando a nostalgia do seu primeiro filme com muito estilo e humor, mas sem a carga dramática do seu antecessor.
Passados 20 anos, Renton (Ewan McGregor) retorna a sua cidade natal, se dizendo um homem bem sucedido com família e livre das drogas, por fim ele vai atras de seus antigos amigos ao qual ele os haviam roubado. Naturalmente Sick Boy (Jonny Lee Miller) e Spud (Ewen Bremner) continuavam na mesma situação miserável de anos atras, com negócios fracassados e usando drogas pesadas, porém a coisa começa a esquentar quando Renton confessa que sua situação não é tão boa como todos pensam e tenta abrir um novo negócio com Sick Boy. Faltando apenas Begbie (Robert Carlyle), que acaba escapando da prisão e tenta voltar aos velhos hábitos com seu temperamento destrutivo.
Nesse novo filme que poderia muito bem manchar o nome de seu antecessor, vemos uma sequencia quase melhor que o primeiro, os antigos personagens carregam as mesmas características de anos atras, carismáticos, violentos e sádicos. Que quando juntos, sempre acontece uma ótima cena de briga (causada pelo ressentimento de coisas passadas) mas nunca de forma dramática e sim cômica, e nisso T2 acaba sendo bem leve pois não temos nenhuma cena de impacto ou morte de algum personagem (como a cena do bebe). Danny Boyle se preocupou em dar talvez um ponto final naquela historia, acertar contas -talvez- com os demônios passados. Não ter novos aprendizados ou até mesmo novos traumas, o filme em um todo acaba se saindo como uma conclusão e uma válvula de escape para talvez reaver antigas amizades e uma tentativa de redenção.
O elenco é o mesmo, com uma adição ou outra, porém o principal aqui é o quarteto. Cada protagonista com seu momento, mostrando seus demônios pessoais. Sick Boy com o bebê, Begbie e sua impotência sexual (o que acaba ocasionando uma ótima cena), Spud que ainda continua viciado e Renton que nos da o melhor monólogo do filme que é de arrasar...
Temos um filme totalmente estilizado, com um ótimo repertorio musical que acaba deixando a experiencia dinâmica e não cansativa. A edição homenageia o primeiro filme (talvez uma forma de fazer o telespectador lembrar de alguns acontecimentos do primeiro longa) traz um gostoso sentimento de nostalgia e engraçado, com um final totalmente fã service.
T2 é mais do mesmo, reformulado, pirado e instigante.
Nota: 5 Casulos
Critica: Vinicius Almeida

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